
Não me entendo…Também não sei se quero!..
As lágrimas percorrem-me as faces, num acto compulsivo e desesperado, enquanto lá fora soam gargalhadas sonoras, cobertas de nuvens cor-de-rosa, doces, felizes e delicadas.
Não me entendo…
A felicidade exterior dever-me-ia contagiar…
Por que festejam eles? Disseram-me que era por mim e eu sinto somente um medo do tamanho de um Adamastor, com longas barbas e com relâmpagos e trovões assustadores, numa tempestade atordoante, como paisagem fantasmagórica e paradoxal.
Não me entendo…
Quero ser contagiada e aparentemente sou…
Transformo-me num pássaro feliz que chilreia durante o dia, por entre céus azuis e limpos, flores variadas e tão belas, borboletas esvoaçantes e coloridas…
Durante a noite, lá vem o Adamastor que me faculta dilúvios domésticos, com a almofada como ponto de desaguamento, enquanto a máscara cai, sem que ninguém saiba.
Não me entendo, não quero, nem deixo que alguém o faça…
Seco as lágrimas…a hora negra e lunar já passou.
As cortinas brancas bailam ao sabor do vento, livres e leves, apesar de há muito pedirem uma mudança, sem que façam muita questão disso…
Ah! Como eu as compreendo…sem fazer muita questão disso!
Acho que a mudança está prestes a chegar e a última lágrima seca.
As lágrimas percorrem-me as faces, num acto compulsivo e desesperado, enquanto lá fora soam gargalhadas sonoras, cobertas de nuvens cor-de-rosa, doces, felizes e delicadas.
Não me entendo…
A felicidade exterior dever-me-ia contagiar…
Por que festejam eles? Disseram-me que era por mim e eu sinto somente um medo do tamanho de um Adamastor, com longas barbas e com relâmpagos e trovões assustadores, numa tempestade atordoante, como paisagem fantasmagórica e paradoxal.
Não me entendo…
Quero ser contagiada e aparentemente sou…
Transformo-me num pássaro feliz que chilreia durante o dia, por entre céus azuis e limpos, flores variadas e tão belas, borboletas esvoaçantes e coloridas…
Durante a noite, lá vem o Adamastor que me faculta dilúvios domésticos, com a almofada como ponto de desaguamento, enquanto a máscara cai, sem que ninguém saiba.
Não me entendo, não quero, nem deixo que alguém o faça…
Seco as lágrimas…a hora negra e lunar já passou.
As cortinas brancas bailam ao sabor do vento, livres e leves, apesar de há muito pedirem uma mudança, sem que façam muita questão disso…
Ah! Como eu as compreendo…sem fazer muita questão disso!
Acho que a mudança está prestes a chegar e a última lágrima seca.
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