Antes, há que referir que nem tudo tem de fazer sentido, nem tudo tem de ser sentido.
Dani, lagosta loira, obrigada pela banda sonora deste post!
Dani, lagosta loira, obrigada pela banda sonora deste post!
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Lá estava você, uma vez mais… Passou-se quanto tempo? Dias? Meses? Anos, talvez?
Não a via, a sério que não. Já me habituara à sua ausência, à lacuna do seu sorriso desgrenhado e riso ruidoso, à falta desses olhos expressivos, bondosos, compreensivos, maternais, maliciosos e perversos. Já disse que me faz falta?
Seguia eu, nos meus passos largos e solitários, quando ouvi esse todo, esse tanto, adormecido na minha memória, ignorado pelo meu apelo interior, ensurdecedor…Não tive saudades suas, contudo senti a sua falta.
Não a conheço de todo, mas que interessa isso? Nada! Só interessa reconhecer o que conheço; só interessa declará-la uma musa, um ídolo; só interessa continuar a escutar esses episódios caricatos que só a si acontecem.
A noite estava escura, silenciada com as imensas vozes que me faziam sentir cada vez mais só. Tive medo. Os candeeiros apagados faziam-me sentir falta do sonho que perdera. Precisava daquela palavra que você sempre diz, querida. Aquela, lembra-se?
Não consigo.
Mas vislumbrei-a. Contou-me mais um episódio, mais uma aventura. Fez-me rir, não só a mim, dado que nunca fui detentora da sua exclusividade (de qualquer modo, se fosse, perder-se-ia todo o encanto; como de resto se sucede com todos os outros pequenos “quês” com que vou jogando àquele jogo, a vida).
Senti-me a transbordar de tudo.
Bastou ter sido tocada pelas palavras mágicas de quem sabe quão duro é viver, mas não desistiu. É por isso que a glorifico.
Continuo a transbordar. Não consigo.
Gostava de ter a sua destreza intelectual, a sua facilidade de expressão, a sua capacidade de actriz feliz e realizada; gostava de perceber tudo com um simples pestanejar; gostava de ter a sua ironia, querida;
Gostei de voltar a vê-la. Sei que amanhã vai lá estar outra vez, a espalhar essas partículas indescritíveis e inconfundíveis que só eu posso valorizar.
Não a via, a sério que não. Já me habituara à sua ausência, à lacuna do seu sorriso desgrenhado e riso ruidoso, à falta desses olhos expressivos, bondosos, compreensivos, maternais, maliciosos e perversos. Já disse que me faz falta?
Seguia eu, nos meus passos largos e solitários, quando ouvi esse todo, esse tanto, adormecido na minha memória, ignorado pelo meu apelo interior, ensurdecedor…Não tive saudades suas, contudo senti a sua falta.
Não a conheço de todo, mas que interessa isso? Nada! Só interessa reconhecer o que conheço; só interessa declará-la uma musa, um ídolo; só interessa continuar a escutar esses episódios caricatos que só a si acontecem.
A noite estava escura, silenciada com as imensas vozes que me faziam sentir cada vez mais só. Tive medo. Os candeeiros apagados faziam-me sentir falta do sonho que perdera. Precisava daquela palavra que você sempre diz, querida. Aquela, lembra-se?
Não consigo.
Mas vislumbrei-a. Contou-me mais um episódio, mais uma aventura. Fez-me rir, não só a mim, dado que nunca fui detentora da sua exclusividade (de qualquer modo, se fosse, perder-se-ia todo o encanto; como de resto se sucede com todos os outros pequenos “quês” com que vou jogando àquele jogo, a vida).
Senti-me a transbordar de tudo.
Bastou ter sido tocada pelas palavras mágicas de quem sabe quão duro é viver, mas não desistiu. É por isso que a glorifico.
Continuo a transbordar. Não consigo.
Gostava de ter a sua destreza intelectual, a sua facilidade de expressão, a sua capacidade de actriz feliz e realizada; gostava de perceber tudo com um simples pestanejar; gostava de ter a sua ironia, querida;
Gostei de voltar a vê-la. Sei que amanhã vai lá estar outra vez, a espalhar essas partículas indescritíveis e inconfundíveis que só eu posso valorizar.