Saí de casa e os meus passos encaminharam-me para o local onde em tempos sabia que habitavas. No caminho recordei as confissões que entregávamos no coração e na alma uma da outra, sim, recordo os tempos em que éramos assíduas confidentes. Relembro as nossas infindáveis conversas telefónicas;
Lembro-me do dia em que, depois de tantas batalhas travadas contra o meu patético orgulho, te dirigi pela primeira vez a palavra honestamente, sem qualquer vestígio de desprezo ou até mesmo de fúria para contigo. Senti os teus lindos olhos azuis esverdeados brilharem, no fundo, tu esperavas por aquele dia há muito tempo. De início foi complicado encontrarmos um ponto de equilíbrio entre as nossas duas personalidades tão distintas e ao mesmo tempo fortes.
Com o passar do tempo deixámos de ser simples colegas, e embrenhámos por uma amizade tão linda, tão pura, (ou era isso que eu pensava). Depois da nossa transformação e vivências como amigas, conquistaste-me, e eu entreguei-me e confiei em ti, facto do qual não me arrependo ainda hoje, tratando-te e experimentando a sensação de ter uma irmãzinha mais nova, pela qual me competia olhar e a qual eu amava. Não podia viver sem ti e isso era indiscutível.
Crescemos bastante juntas, apesar de não nos termos apercebido disso, aprendemos uma com a outra e cada divergência nossa, que, na realidade, ainda foram algumas as superadas, fazia-nos aprender um pouco mais sobre nós próprias, eu sobre ti e tu sobre mim. Sempre fui das poucas que conseguiu lidar abertamente contigo, sempre te defendi perante os mais injustos assomos que ousavam proferir contra ti.
Inesperadamente, todas estas familiaridades foram-me cruelmente tiradas, tu, a minha irmã, afastaste-te invocando razões idiotas, amores não correspondidos, amizades falhadas, desgaste emocional em relação ao imutável grupo em que vinhas vivendo há uns tempos, porém havias-me prometido que relativamente a nós nada mudaria, tudo permaneceria igual, continuaríamos a confiar cegamente uma na outra, continuaríamos a ter as nossas inacabáveis conversas…Na altura, mesmo quando todos discordavam, eu fui contra eles e quis acreditar, todavia, isso não aconteceu e permanecemos mais distantes que nunca.
Esta distância constrange-me e mutila-me os movimentos, sofro sozinha e prefiro não manifestar que me fazes falta, lá está o patético orgulhos. O que mais me custa é a maneira fria e, por vezes, presunçosa como me tratas, a mim, porquê a mim?...julguei que não mo farias a mim, apesar da tua nova circunstância seja assim, como tu começas a ser, contudo tu não o és na realidade, eu conheço-te, tu distingues-te deles e delas, dessas criaturas que se tentam apoderar de ti e que tu tentas agradar inocentemente para te integrares…pelo menos essa é a minha opinião.
Passei pela tua casa, olhei, expectante de que veria o brilho dos teus olhos a observar-me pelo vidro e o teu sorriso contagiante a dar-me as boas vindas…enganei-me redondamente, nada avistei. O teu cheiro, o teu ar alegre e espirituoso ainda vagueia por ali, a tua presença, porém, o teu corpo, o teu “Eu físico”, mudou-se para um qualquer sítio bem longe de mim, um local onde eu não estou autorizada, por ti, a frequentar, um lugar que, na verdade, não é o teu, uma vez que não te podes abrigar em tal melindrado lado, isso simplesmente não combina contigo. A fase de revolta desvaneceu-se, agora reina a angústia e a saudade, pergunto-me repetidamente quando será que voltarás e serás de novo tu, somente tu, na tua mais pura essência; afinal não me fazes falta só a mim, mas sim a todos nós.
É dificil manter a antiga intimidade, proximidade quando vejo k ninguem se esforça realmente por m ter, quando chego e nunca sei o que se passa, passou ou ira passar e nao poder exigir saber porque simplesmente nao estou presente. É dificil ir constantemente a um lugar que m mostra o k ja fui e o que ja vivi e m relembra da pessoas com kem partilhei isso tudo e ver que esta tudo diferente , olhar para a maioria das pessoas e eles mal olharem para mim e vir a saber da vida dos meus amigos por estranhos. Voces estao juntos.
ResponderExcluirEu n. Axas que gosto? Axas k e facil desistir. levantar m numa cama k n conheço, seguindo para um sitio que na m diz nada. Neste momento tou vazia, n tenho nada para te dar. Porra e dificil e nunca sei o k dizer,fazer pensar, pk eu ja n vivo as situaçoes, elas sao m contadas, pk eu sinto k n faço falta no meio dakele mundo de gente e é verdade n faço mesmo.
pk agr qd eu preciso que mo digam, ng diz, pk ng m procura. Conversas futeis n m dissem nd, e neste momento e so o conseguimos ter.