Ela entrou de rompante no quarto, com os seus cabelos curtos e marotos que saltavam de regozijo na sua perfeitinha cabeça. A sua cara transbordava de felicidade, os seus grandes olhos verdes brilhavam, quais sóis em tardes de primavera, o seu sorriso ampliava-se até à altura das nuvens, os seus pequeninos e bonitos dentes davam mostras de contentamento. O gesto que transparecia era quase infantil, no entanto, não o era ao, mesmo tempo. Era o ar de uma mulher já feita.
Depressa o acordou, depois de abaná-lo incessante e ruidosamente. Gritava como se o Mundo fosse acabar ali e naquele preciso momento:
_ João! Não sabes o que aconteceu!!! Advinha??
Ainda meio estremunhado, dado que acabara de acordar, no seu leito, um leito ainda estranho, ele tentou começar a assimilar tudo aquilo. As feições perfeitas do seu mais recente e, ao mesmo tempo, mais profundo amor começaram a aperfeiçoar-se aos seus olhos e, antes de responder o que quer que fosse, arrebatou-a e exigiu-lhe um esplenderoso beijo de bom dia. Ela encontrava-se bem mais calma agora, respirou fundo e lançou-se nos braços do primeiro que a tocou verdadeiramente, (ou ele nos dela).
Iniciaram o dia a fazer juras eternas de amor e consumaram-nas. João estava cada vez mais perdido naquela paixão que não lhe dera tempo de despedir-se da sua antiga vida de galã, rodeado de belas donzelas, cujo passatempo preferido era dormir nos lençóis de seda do seu ídolo e tornar reais todos os sonhos do "menino". Maria, porém, era a primeira vez que se entregava verdadeiramente a alguém, apesar dos pretendentes que todas as noites lhe trauteavam lindas cantigas junto ao peitoril da janela.
Ambos eram completamente diferentes. Trocaram o primeiro olhar dois meses antes, aquando duma festa de um amigo de longa data, amigo esse comum. Foi notório o interesse despertado entre João e Maria e logo iniciaram uma amena cavaqueira. Passadas semanas haviam-se tornados grandes amigos, amizade essa que aspirava um romance deveras interessante e intenso.
Encontravam-se exaustos, de tantas emoções e aventuras que nos últimos tempos tinham conhecido. A enxerga, enrugada e quente, servia de base para os dois corpos, que momentos antes pareciam um só.
João contemplou-a uma vez mais antes de se erguer e iniciar a sua rotina diária habitual. Maria sentiu-o a olhá-la e virou-se para ele. Ambos riram e ela voltou ao motivo que a trouxera ao quarto, tempos antes, e acordar o seu amante.
_ João, o meu pai quer conhecer-te. Para tal ofereceu-nos uma viagem até à Austrália, onde ele vive agora, como já te tinha dito. Lembras-te, não lembras?
_ Claro que lembro - mentiu João - e para quando essa viagem?
_ Os bilhetes têm a data de amanhã, é melhor começarmos a fazer as malas.
_ Óptima ideia, vamos para a Austrália, para a Cochinchina, contigo vou para qualquer lado - rematou João com o seu charme e voz galante.
Maria fazia planos, sabia-os desde já sonhos, mas João partilhá-los-ia com ela, havia uma certeza cintilante dentro do seu espírito.
Partiram para a Austrália, esperançados e com o sentimento que tudo ia mudar. A realidade é que tudo mudou mesmo. Aquela fatídica viagem afastou-os para sempre, pelo menos afastou-os das nossas vistas que tanto adoravam venerar aquela paixão.
Estarão algures, unidos ou separados, mas algo é certo, aquele foi o maior amor que qualquer um deles viveu. Não tiveram medo de viver aquele romance, simplesmente viveram e foram felizes, muito felizes, certamente sê-lo-ão para sempre, porque era muito o que os unia e pouco o que os separava!!!
Depressa o acordou, depois de abaná-lo incessante e ruidosamente. Gritava como se o Mundo fosse acabar ali e naquele preciso momento:
_ João! Não sabes o que aconteceu!!! Advinha??
Ainda meio estremunhado, dado que acabara de acordar, no seu leito, um leito ainda estranho, ele tentou começar a assimilar tudo aquilo. As feições perfeitas do seu mais recente e, ao mesmo tempo, mais profundo amor começaram a aperfeiçoar-se aos seus olhos e, antes de responder o que quer que fosse, arrebatou-a e exigiu-lhe um esplenderoso beijo de bom dia. Ela encontrava-se bem mais calma agora, respirou fundo e lançou-se nos braços do primeiro que a tocou verdadeiramente, (ou ele nos dela).
Iniciaram o dia a fazer juras eternas de amor e consumaram-nas. João estava cada vez mais perdido naquela paixão que não lhe dera tempo de despedir-se da sua antiga vida de galã, rodeado de belas donzelas, cujo passatempo preferido era dormir nos lençóis de seda do seu ídolo e tornar reais todos os sonhos do "menino". Maria, porém, era a primeira vez que se entregava verdadeiramente a alguém, apesar dos pretendentes que todas as noites lhe trauteavam lindas cantigas junto ao peitoril da janela.
Ambos eram completamente diferentes. Trocaram o primeiro olhar dois meses antes, aquando duma festa de um amigo de longa data, amigo esse comum. Foi notório o interesse despertado entre João e Maria e logo iniciaram uma amena cavaqueira. Passadas semanas haviam-se tornados grandes amigos, amizade essa que aspirava um romance deveras interessante e intenso.
Encontravam-se exaustos, de tantas emoções e aventuras que nos últimos tempos tinham conhecido. A enxerga, enrugada e quente, servia de base para os dois corpos, que momentos antes pareciam um só.
João contemplou-a uma vez mais antes de se erguer e iniciar a sua rotina diária habitual. Maria sentiu-o a olhá-la e virou-se para ele. Ambos riram e ela voltou ao motivo que a trouxera ao quarto, tempos antes, e acordar o seu amante.
_ João, o meu pai quer conhecer-te. Para tal ofereceu-nos uma viagem até à Austrália, onde ele vive agora, como já te tinha dito. Lembras-te, não lembras?
_ Claro que lembro - mentiu João - e para quando essa viagem?
_ Os bilhetes têm a data de amanhã, é melhor começarmos a fazer as malas.
_ Óptima ideia, vamos para a Austrália, para a Cochinchina, contigo vou para qualquer lado - rematou João com o seu charme e voz galante.
Maria fazia planos, sabia-os desde já sonhos, mas João partilhá-los-ia com ela, havia uma certeza cintilante dentro do seu espírito.
Partiram para a Austrália, esperançados e com o sentimento que tudo ia mudar. A realidade é que tudo mudou mesmo. Aquela fatídica viagem afastou-os para sempre, pelo menos afastou-os das nossas vistas que tanto adoravam venerar aquela paixão.
Estarão algures, unidos ou separados, mas algo é certo, aquele foi o maior amor que qualquer um deles viveu. Não tiveram medo de viver aquele romance, simplesmente viveram e foram felizes, muito felizes, certamente sê-lo-ão para sempre, porque era muito o que os unia e pouco o que os separava!!!
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Este post foge ao que costumo escrever, mas apeteceu-me escrevê-lo assim, em jeito de crónica. Não tem qualquer significado especial, fui somente guiada pelos dedos que insistiam escrever no meu já massacrado teclado. Enfim...espero nao desiludir os meus atentos e queridos comentadores =P
:O
ResponderExcluirTu kers é ir pá Austrália cmg... :P
Mas n, n vamos keu tnh medo de cangarús :P
Agora a serio, sabes bem que eu acho que escreves como pouca gente escreve. Acho que isto já vem com o nome Ana Margarida, sim pk outra Ana Margarida que eu conheço também escreve assim. Mas tu pronto, es aquela coisa... né? ;)
*bjs gands* amteeeeee **
Ma Cherrie... Xinxeramentih nah gxtei muitoohh...
ResponderExcluir-.-
ok... agr a serio, não gostei muito... Gosto mais dos teus outros textos... São.. mais xeios de emoção e de sentimentos pessoais... Caracterizam mais os teus textos e a ti mesma, esses. Mas bem, tá bem escrito, mas não gostei muito do diálogo.. Fez-me lembrar maria tereza gonzallez... k é boa escritora, mas escrita tipica p adolescenets... TU-ÉS-MAIS-QUE-ISSO!
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ResponderExcluirEu cá n vou para a Austrália... vou para o paraíso ctg e com a Dalva! Vai ser só ramboiada! :P
ResponderExcluirAgr a sério... Nao foi ao q nos acostumaste ms gostei.
Beijaooo* txi ádóru babe