Olho em minha volta e observo quão injusto este mundo se tornou. É tanta a desgraça, tanta a injustiça, tanta a miséria, e eu aqui, sentada nesta cadeira baloiçante, a sentir-me cada vez mais impotente e tanto ou quanto inútil quanto aqueles brejeiros seres que simplesmente se limitam a vegetar e a fazer parte das estatísticas dos inúteis que não fazem nada da vida.
Sei que não sou eu quem vai salvar o mundo, sei que também eu sou dada como mais um ser vegetante, que divaga na superfície terrestre, gastando oxigénio e contaminando o ar que todos respiram. Porém, outros há que bem mais contaminam o ar que eu, que são bem mais inúteis que eu.
Oh, esta dor, esta raiva, apodera-se cada vez mais de mim…ninguém imagina como eu desejava poder MUDAR o Mundo, ninguém imagina como ardem estas lágrimas que me escorrem enraivecidas, serpenteando-me a face, desaguando toda a mágoa e dor que há muito deixava acumular-se nelas. Os soluços, que tento que sejam silenciosos, pesam, quase me arrancam o coração, deixam-me ofegante, mas não cessam, insistem estouvadamente em me martirizar.
Valham-me os portos de abrigo, valham-me os abraços e carícias ainda recebidas por aqueles que me suportam. A eles, pais, irmão, amigos e amigas, um grande obrigada, por não quererem saber de todo o porquê mas apenas quererem ajudar de braços abertos a vencer nesta luta com a qual todos nós nos confrontamos quando acordamos. Esta luta desleal e incessante, esta luta injusta e na qual entramos, à partida, a perder.
Ainda acredito que vire a sorte deste combate, ainda acredito que eu e os meus, aqueles que amo e com os quais interajo nestes dias que, acabam por ser gloriosos, venceremos, porque vamos simplesmente vencer todas as nossas lutas pessoais, recorrendo a períodos em que teremos de descansar e baixar as armas, junto deles, dos nossos guardiães.
Os nossos guardiães que nos mantêm sãos, servindo de bússolas, de abrigo, de tudo…Vendo bem, nós é que nos servimos deles, contudo, devo acrescentar, que se nos virmos como um sujeito único, também acabamos por servir de guardião. Julgo que alcancei finalmente o ponto que queria quando comecei a escrever.
Afinal de contas, não sou assim tão inútil, sirvo de guardiã dos meus guardiães. Portanto, sou menos inútil. Sinto que um dia, talvez daqui a uns anos, a umas décadas, não sei quando, serei bem mais útil, não só para os outros que já o haverão sido para mim, mas também para mim e, acima de tudo, para aqueles que precisam que o seja.
Sei que não sou eu quem vai salvar o mundo, sei que também eu sou dada como mais um ser vegetante, que divaga na superfície terrestre, gastando oxigénio e contaminando o ar que todos respiram. Porém, outros há que bem mais contaminam o ar que eu, que são bem mais inúteis que eu.
Oh, esta dor, esta raiva, apodera-se cada vez mais de mim…ninguém imagina como eu desejava poder MUDAR o Mundo, ninguém imagina como ardem estas lágrimas que me escorrem enraivecidas, serpenteando-me a face, desaguando toda a mágoa e dor que há muito deixava acumular-se nelas. Os soluços, que tento que sejam silenciosos, pesam, quase me arrancam o coração, deixam-me ofegante, mas não cessam, insistem estouvadamente em me martirizar.
Valham-me os portos de abrigo, valham-me os abraços e carícias ainda recebidas por aqueles que me suportam. A eles, pais, irmão, amigos e amigas, um grande obrigada, por não quererem saber de todo o porquê mas apenas quererem ajudar de braços abertos a vencer nesta luta com a qual todos nós nos confrontamos quando acordamos. Esta luta desleal e incessante, esta luta injusta e na qual entramos, à partida, a perder.
Ainda acredito que vire a sorte deste combate, ainda acredito que eu e os meus, aqueles que amo e com os quais interajo nestes dias que, acabam por ser gloriosos, venceremos, porque vamos simplesmente vencer todas as nossas lutas pessoais, recorrendo a períodos em que teremos de descansar e baixar as armas, junto deles, dos nossos guardiães.
Os nossos guardiães que nos mantêm sãos, servindo de bússolas, de abrigo, de tudo…Vendo bem, nós é que nos servimos deles, contudo, devo acrescentar, que se nos virmos como um sujeito único, também acabamos por servir de guardião. Julgo que alcancei finalmente o ponto que queria quando comecei a escrever.
Afinal de contas, não sou assim tão inútil, sirvo de guardiã dos meus guardiães. Portanto, sou menos inútil. Sinto que um dia, talvez daqui a uns anos, a umas décadas, não sei quando, serei bem mais útil, não só para os outros que já o haverão sido para mim, mas também para mim e, acima de tudo, para aqueles que precisam que o seja.
---------------------------------------------------------------------------------------------
Este post parece não fazer grande sentido, isso pouco ou nada interessa, cinge-se a aglomerar alguns sentimentos que se apoderaram dos meus dedos que, por sua vez, começaram a bater desesperadamente nas teclas deste computador já um pouco massacrado. Afinal, um autor, (não diria JAMAIS um escritor), apenas escreve acerca daquilo que o rodeia, acerca daquilo que lê, ou até mesmo acerca daquilo que sonha. Limita-se a escrever sobre qualquer coisa; eu apenas o fiz, não me perguntem porquê este tema, porquê abordado na primeira pessoa, porquê delimitado nestes padrões, uma vez que não saberei responder e limitar-me-ei a dizer APETECEU-ME.
quem escreve é escritor e também autor...
ResponderExcluirautor é sinonimo de pessoa que criou e tem o discernimento de se revelar como tal, logo se te proclamas como autora também tens que ser escritora.. como podes ser autora d um texto s n admites que o escreves? efeito da musika....
e ...quando uma porta se fexa uma imediactamente se abre a seguir... e esta, pode muito bem continuar aberta... n podes perder a esperança... substitui essas lagrimas por gritos d esperança!
n adianta muito eu sei, são apenas akelas coisas inegáveis k nos temos, e que por acaso ate ficam muito bem dizer...
no entanto ate axo k deve ser assim... injusto é mas nunca nso devemos conformar...
bjs... nem sei s ajudei nalguam coisa, provavelmente nao, mas mt + na poss fzer
Eu percebo-te amor... sinto o mesmo!
ResponderExcluirEspero q me vejas como tua guardiã e q sejas minha tb.
Adoro-te babe *
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
ResponderExcluir